Copa do Mundo e experiência do consumidor: o que aprender?

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Em meio à Copa do Mundo, já é possível tirar algumas lições sobre a experiência do consumidor (que é aquilo tudo que envolve a compra). Neste texto, especificamente, vamos focar nos negócios com vendas online e no que eles podem se inspirar para ter bons resultados.

Pense em todos os turistas do mundo inteiro que se planejaram para estar na Rússia nessa época. Eles, muito provavelmente, fizeram suas pesquisas online para consultar cidades, hotéis, preços, restaurantes, apartamentos. Ou seja, aqueles negócios russos que não possuem boa presença online não foram encontrados por quem estava, por exemplo, no Brasil planejando uma viagem até lá. Essa é a dica principal: apareça! Esteja visível para o seu público (e para público que você nem sabe que pode ser seu).

Mais do que estar presente online é preciso facilitar o contato. Deixe sempre muito claras as formas que o consumidor pode entrar em contato com você e dê atenção a ele e às suas dúvidas. Segundo o site ComputerWorld, dados de um estudo produzido pela Criteo, consultora de marketing para e-commerce, apontam que, no Brasil, 34% das reservas de viagens são realizadas via smartphone. E esse número chega a 36% na América Latina.

“O comportamento do consumidor ao utilizar um dispositivo móvel é moldado pelo controle de toque, em vez de teclado ou mouse. Telas menores, como as dos smartphones, apresentam limitações de espaço, e há também questões de velocidade e conectividade. Por isso é necessário pensar em arquiteturas mobile friendly, que permitam experiência de compra tão confortável quanto aquela oferecida no desktop.

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Lojas cujos sites não são responsivos estão completamente ultrapassadas”, diz o texto de Matias Fainbrum.

Além da tecnologia, pense na rapidez. O consumidor quer que tudo seja o mais rápido possível, ele não quer perder tempo. Então tenha um site/Facebook/Instagram que seja descomplicado. E simples. Por exemplo: se você fosse procurar um hotel na Rússia de nada lhe adiantaria ver o valor em Rablo Russo (moeda local) ou até mesmo em Dólares, correto? Os sites, nesse caso, precisaram se adequar para proporcionar valores na moeda local.

Para finalizar, as surpresas positivas para os clientes são sempre uma boa opção (não apenas durante a Copa). Por exemplo: aquele hotel que vende a estadia e já oferece (e envia por email) mapa da cidade, ebook com curiosidades sobre a Copa do Mundo ou a Rússia, etc. Negócios que conseguem oferecer algo a mais se destacam. E se esse a mais for gratuito para o consumidor, melhor ainda a impressão que ele terá da sua marca.

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